O Curso

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O Curso2014-06-03T11:12:12-03:00

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[title size=”2″]Curso de Engenharia de Telecomunicações (CETEL)[/title]
Em cumprimento à sua missão de produtora e disseminadora do conhecimento, a UFRN disponibiliza a comunidade o curso de Engenharia de Telecomunicações, o qual recebeu seus primeiros alunos em 2011, oriundos do Bacharelado de Ciências e Tecnologia. A proposta de criação foi praticamente determinada pela necessidade do mercado e pela demanda social relativa ao profissional da área de engenharia de telecomunicações, agregrando conhecimentos principalmente de telecomunicações, eletrônica e informática. Essa tendência, caracterizada no início deste milênio com o crescimento das funções associadas à evolução dos sistemas de comunicações, foi percebida por algumas universidades no Brasil e no exterior.

Com o amadurecimento e consolidação das áreas de Telecomunicações, Eletrônica e Informática na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e o aumento da demanda nacional e internacional por profissionais com esta formação, caracterizou-se o momento adequado para a oferta do referido curso à sociedade.

A proposta para criação do curso de Engenharia de Telecomunicações foi aprovada em 2008 com a nomeclatura inicial de Engenharia de Redes e Comunicação no contexto do programa REUNI da UFRN. Esse curso foi previsto em dois ciclos a partir do Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT).
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[title size=”2″]Onde estamos[/title]

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Localizado na bela cidade de Natal, RN

Campus Universitário – Av. Senador Salgado Filho, 3000
Caixa Postal 1524 Lagoa Nova – Natal
CEP: 59078-970 Rio Grande do Norte, Brasil
Telefone: 55 (84) 3342-2516
Web: www.cetel.ct.ufrn.br
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[tagline_box border=”1pt” bordercolor=”rgba(112, 162, 44, 0.9)” link=”http://www.cetel.ct.ufrn.br/wp-content/uploads/2014/06/PPC_CETEL_2013_03_06_2014_12h00m.pdf” linktarget=”_blank” button=”Baixe aqui” title=”Conheça nosso Projeto Político Pedagógico (PPC)” description=”Temos um currículo com fundamentos teóricos e experimentação prática, incluindo assuntos avançados em telecomunicações!”][/tagline_box]

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[title size=”2″]Porque o CETEL?[/title]

  • Professores com vasta experiência acadêmica/profissional em telecom
  • Curso customizado para explorar as dimensões de ensino, pesquisa e extensão
  • Dupla diplomação via Escola de Ciência e Tecnologia (ECT)
  • Possibilidade de intercâmbio internacional
  • Infraestrutura de laboratório privilegiada
  • Coordenação prima pela gestão participativa
  • Ambiente saudável voltado ao desenvolvimento do aluno, sua criatividade e senso crítico.

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[title size=”2″]O que nós temos de melhor?[/title]
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[toggle title=”Nossos alunos”]Nossos alunos são egressos do Bacharelado de Ciência e Tecnologia ou graduados em cursos afins que decidiram se especializar em Engenharia de Telecomunicações. Assim, trabalhamos com alunos que já tem formação superior e estão prontos para encarar o CETEL com maturidade para explorar as dimensões teóricas e práticas do curso. O curso proporciona um terreno fértil para troca de experiências entre profissionais já atuantes na área de telecomunicações, pois vários alunos já atuam no mercado profissional. Essa característica proporciona mais dinamismo nas disciplinas do curso, pois exemplos de aplicação prática são sempre vinculados ao aprendizados teóricos. [/toggle]
[toggle title=”Nossos Professores”] O CETEL conta com professores de sólida formação acadêmica, a maioria com doutorado e alguns com pós-doutorado. Como diferencial destacável, o CETEL tem professores que já trabalharam em empresas públicas e privadas do mercado de telecomunicações. Empresas como Nokia, Oi, Telern, Telemar, TIM, HP, Ericsson, IBM, Claro e Swings Telecom são exemplos de empresas que professores do CETEL trabalharam tanto como engenheiros de telecomunicações quanto como gestores de projetos e pessoas. Todos esses elementos facilitam o direcionamento do ensino-aprendizado tanto para a pesquisa científica (acadêmica/profissional) como para o preenchimento das necessidades do mercado de trabalho. [/toggle]
[toggle title=”Nossa Infraestrutura”] Quanto aos laboratórios, o curso de Engenharia de Telecomunicações conta, com recursos destinados pelo REUNI, com espaços específicos para área de Engenharia de Telecomunicações. Os principais laboratórios existentes e os novos, que serão disponibilizados para as atividades do Curso de Engenharia de Telecomunicações, estão listados abaixo:

  • Laboratório de Telecomunicações (LabTelecom), localizado no Núcleo de Tecnologia Industrial (NTI), nas salas 07 e 08, 1º andar, com 74,48 m2. O objetivo do LabTelecom é permitir a realização de atividades práticas dos fundamentos de telecomunicações.
  • Laboratório de Antenas, Propagação e Comunicações (LAPCOM), localizado no Núcleo de Tecnologia Industrial (NTI), nas salas 03 a 06, 1º andar, com 133,66 m2. O objetivo do LAPCOM é permitir a realização de atividades práticas específicas das áreas de Antenas, Propagação e Comunicações.
  • Laboratórios de Microcomputadores, de uso geral, compartilhados com os demais cursos de engenharia. Estão localizados no Bloco E, do Setor de Aulas IV, do Centro de Tecnologia (CT). Esse laboratório destina-se a dar aos alunos acesso à Internet e a aplicativos diversos utilizados para a preparação de trabalhos acadêmicos exigidos ao longo do curso.
  • Laboratório de Convergência de Redes (prédio novo/REUNI, com 88,56 m2). Esse laboratório destina-se a permitir a realização de experimentos que demonstram casos práticos de convergência de serviços de telecomunicações tradicionais para a sua implementação e execução através de uma infraestrutura de redes de computadores.
  • Laboratório de Redes de Computadores (prédio novo/REUNI, com 90,17 m2). Esse laboratório destina-se a permitir a realização de experimentos que demonstram o funcionamento das Redes de Computadores, tanto em termos da implementação de placas e dispositivos de interligação, como também em termos de configuração e gerência do software de rede disponível no laboratório.
  • Laboratório de Análise de Sinais e Sistemas (prédio novo/REUNI, com 51,00 m2). Esse laboratório destina-se a realização de experimentos nas áreas de circuitos eletro/eletrônicos, sistemas digitais, análise e processamento de sinais.
  • Laboratório de Comunicações Sem Fio (prédio novo/REUNI, com 88,34 m2). Esse laboratório destina-se a realização de experimentos nas áreas de redes sem fio, comunicações móveis e outros sistemas que utilizem comunicações sem fio.
  • Laboratório de Informática (prédio novo/REUNI, com 53,62 m2), de uso específico. Esse laboratório destina-se ao desenvolvimento de simulações computacionais exigidas em diversos componentes curriculares do curso e aplicações de técnicas de inteligência computacional a problemas típicos de redes e telecomunicações.
  • O curso de Engenharia de Telecomunicações também utiliza o Laboratório de Eletrônica vinculado ao Departamento de Engenharia Elétrica.

    Além dos laboratórios, o Curso de Engenharia de Telecomunicações dispõe de espaço físico para que os docentes desenvolvam suas funções, assim como para a coordenação do curso e para a chefia do Departamento de Engenharia de Comunicações (DCO). Esses espaços são alocados no prédio novo/REUNI e no Centro de Tecnologia.
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    [title size=”2″]Estrutura Curricular do CETEL[/title]
    A estrutura curricular é constituída por 4 (quatro) núcleos temáticos. Para concluir sua formação, o aluno deve cumprir a carga horária de cada um dos seguintes elementos constitutivos:

    • Núcleo de conteúdos básicos (1.680 horas), composto do:
      • Grupo de componentes curriculares obrigatórios básicos (1680 horas).
    • Núcleo de conteúdos profissionalizantes (600 horas), composto do:
      • Grupo de componentes curriculares obrigatórios profissionalizantes (600 horas).
    • Núcleo de conteúdos específicos (1.080 horas), composto dos grupos:
      • Grupo de componentes curriculares obrigatórios profissionalizantes (540 horas)
      • Grupo de componentes curriculares optativos específicos (540 horas).
    • Núcleo de atividades de prática profissional (330 horas), composto de:
      • Estágio supervisionado (180 horas)
      • Trabalho de conclusão de curso (90 horas)
      • Atividades complementares (60 horas)

    Para mais detalhes, consulte o PPC do CETEL (clique aqui.).

    [title size=”2″]Metodologia do Curso[/title]

    Pensar a metodologia de um curso como o CETEL é um desafio que começa com a educação dos próprios docentes, sendo preciso a revisão de saberes, valores e posturas. Na verdade, como o curso é de dois ciclos, o aluno passa por duas fases com particularidades bem diferentes, a saber: (i) BCT, com a presença de muitos alunos (máximo de 1.120 alunos entrantes por ano); e (ii) CETEL, com a entrada de, no máximo, 25 alunos por semestre. É essencial que se faça uma reflexão sobre a especificidade deste novo curso, a partir dos objetivos, do perfil e das competências e habilidades desenvolvidas, tal como foram traçados no PPC, tanto do BCT quanto do CETEL.

    Nos documentos oficiais (legislação do REUNI, DCNs e Resoluções da UFRN) observa-se a indicação de novos paradigmas: formação continuada, educação à distância, autonomia da aprendizagem, novas tecnologias, dentre outros. Discussões teóricas à parte, o fato é que o mundo e as pessoas mudaram, e no âmbito da educação é necessário repensar os modelos e metodologias de outros tempos. Aqueles modelos centrados no docente que sabe, que fala, e no discente que nada sabe, que cala, estão sendo questionados por falta de audiência e de sucesso da aprendizagem. Porém, a despeito de todas as discussões sobre a temática, longe está o tempo em que se verá o tal modelo ser banido das salas de aulas universitárias.

    Em relação ao BCT, no momento, é preciso exercitar a capacidade criadora e apontar algumas ideias que poderão ser a base para a reflexão da equipe pedagógica do curso, quais sejam:

    • O conceito de aula mudou. É preciso pensar em como montar estratégias eficientes para grandes assistências, afinal haverá 150 discentes no anfiteatro, pois precisam vir acompanhadas de práticas autônomas de aprendizagem; além disso, deve-se aprender a trabalhar com o rico auxílio da monitoria;
    • Dominar o conhecimento sobre a aprendizagem. É preciso ter clareza do que é aprender, do que é “aprender a aprender” para melhor compreender o ato de ensinar. Isso cabe a docentes e discentes;
    • Administrar as dificuldades da prática docente. As dificuldades são de várias ordens: discentes com grandes déficits de conteúdos básicos, a falta de motivação, as dificuldades do curso noturno, a falta de condições financeiras dos discentes, desinteresse, o conflito, a indisciplina e a violência.

    Reconhecer a importância dos recursos tecnológicos é fundamental, mas não podemos apostar no fato de que uma “tecnologia de ponta” resolverá todos os problemas do processo ensino-aprendizagem. A questão não é o uso da ferramenta, é o sentido que se dá a ela. Esse “mundo virtual” nos sugere muitas atividades, que se bem articuladas e monitoradas, podem incentivar o discente a aprender. Entre as possibilidades, estão: grupos e listas de discussão, sala de bate-papo, canais de comunicação com discentes de outros cursos e instituições, aulas à distância, dentre outras.

    Na CETEL, devido ao número reduzido de alunos, a interação professor aluno é diferenciada e abre excelentes perspectivas de sucesso de atividades de pesquisa e extensão. Os alunos são incentivados a pensar na aplicação dos conhecimentos teóricos em problemas práticos de telecomunicações. Isso se reflete na inclusão de metodologias de prototipagem (em hardware e em software) em atividades corriqueiras de sala de aula.

    Neste curso de dupla diplomação, o comportamento do discente em relação ao consumo das informações deve ser trabalhado. Se o discente for mobilizado e sair do seu papel de receptor passivo, se ele pesquisar e mudar de atitude em relação ao consumo da informação aí sim, tornar-se-á um sujeito da aprendizagem. O que é fundamental para esse curso é a postura investigativa, o processo de construção de aprendizagem, o diálogo entre várias áreas do conhecimento e os vários recursos de informação.

    Por fim, não se pode perder de vista que a concepção de um projeto pedagógico de curso é traçada em linhas, mas se concretiza na prática e implica compromissos, ideias e sonhos construídos coletivamente.